Mostrando postagens com marcador Cultura Açoriana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura Açoriana. Mostrar todas as postagens

16 março 2012

TV Escola destaca a obra do músico Nilo Conceição

DAQUI O PORTAL DE NOTÍCIAS do distrito de Santo Antônio de Lisboa/Florianópolis/Santa Catarina divulgou a produção que a equipe pedagógica TV Escola da Secretaria Estadual da Educação/DITI/GETED, vem desenvolvendo.

O documentário “As cores de lá – Nilera na terra dos Açores”, tem como propósito de identificar elementos presentes no tema central (a cultura de base açoriana), permitindo surgimento de novas “possibilidades e desafios das tecnologias na divulgação da cultural local e regional de Santa Catarina”. Trabalhos similares serão feitos pelas 36 regionais da Secretaria Estadual de Educação, enfatizando aspectos culturais locais das diferentes etnias que formam o Estado.

10 fevereiro 2012

Equipe TV Escola da SED/SC Planeja Projeto produção audiovisual


A Gerência de Tecnologias Educacionais da Secretaria de Estado da Educação iniciou nesta semana o planejamento sobre “A Produção Audiovisual e sua Linguagem”. A organização dos trabalhos tem como principal objetivo alinhar componentes pedagógicos que servirão de suporte de ações do uso das tecnologias educacionais no contexto escolar. Como ponto de partida, o grupo entendeu que é possível promover por meio de produções audiovisuais as diferentes Culturas predominantes em nosso estado. O tema “Cultura Açoriana” servirá de “norte” aos trabalhos previamente discutidos e planejados para que possamos socializar e colocar em prática com todos os Núcleos de Tecnologias Educacionais/SC (NTEs).

04 fevereiro 2012

Conhecendo as lendas dos diferentes povos



O projeto desenvolvido durante o ano de 2011, com as turma de SAEDE ( I e III), alunos com Deficiência Intelectual, com idade entre 09 a 17 anos, proposto pela professora Jesebel Carla Moccelini, na Escola Especial Tia Ana/ APAE, município de Videira, a qual pertence a 9ª GERED.
O trabalho teve como tema: “MISCEGENAÇÃO”, objetivando conhecer lendas que retrataram os diferentes povos que faziam parte da nossa nação.
O trabalho foi desenvolvido através da arte como expressão corporal, fazendo o aluno reconhecer -se como sujeito multicultural, utilizando leitura de lendas, desenvolvendo desenhos em sequências, desta maneira foi elaborado um curta-metragem através das lendas estudadas.
Sendo assim, o tema trabalhado possibilitou despertar o conhecimento dos alunos sobre si e os outros, partindo das diferenças culturais e estabelecendo relações que os identifique como sujeitos multiculturais, como o dever de respeitar a diversidade.

12 junho 2008

Tecnologia pedagógica: Aprendizado com filmadoras e digitais

Por Beatriz Menezes dos Santos Colaboração para Its

Professores e estudantes da Escola Dom Jaime de Barros Câmara dão o exemplo quando se fala de tecnologia aplicada à melhoria do ensino.
Há bastante tempo desenvolvem projetos com o uso de computadores, máquinas digitais e filmadoras, o que culminará na produção de um documentário sobre aspectos e vivências culturais de Ribeirão da Ilha. Esse trabalho, "Ilha Meu Encanto", desperta cada vez mais o gosto dos estudantes pelas disciplinas do currículo e mostra o uso criativo e pedagógico que a escola, pode fazer das tecnologias.
Documentar e analisar as práticas culturais da comunidade, antes e depois da vinda dos açorianos, motivou os cerca de 750 alunos da "escola. Mas foram os estudantes do ensino médio que participaram de forma mais direta, explica o professor Rodrigo Nelson Pereira, um dos coordenadores do projeto. As imagens foram" editadas no ambiente interativo da Secretaria da Educação, sob a orientação dos técnicos da Gerência de Tecnologias Educacionais, e estão no http://praticacultural.nafoto.net/ (Novo)
Seguindo a trilha de Naufragados, alunos e professores registraram imagens da Fortaleza Nossa Senhora da Conceição, obra do século 18 na Ilha de Araçatuba. Conheceram a Bateria Marechal Moura, composta por três canhões do século 19 que serviram como defesa do litoral sul da ilha, e visitaram um engenho de farinha de mandioca. Para observar o processo desde a colheita até o fabrico da farinha, também visualizaram a Trilha do Sertão do Ribeirão e a Cachoeira Grande. "Com o passeio, os professores realizaram uma abordagem interdisciplinar, identificando as permanências culturais, apesar de tantos avanços tecnológicos", destaca Pereira.
As manifestações culturais permanecem, mas deforma diferente, avalia o professor Rodrigo. Ele cita como exemplo a farinha de mandioca, cujo fabrico desde o século 18 parte do mesmo processo, mas com outra tecnologia. “Todo o trabalho possibilitou aos estudantes um novo olhar sobre os aspectos de seu cotidiano”, ressalta.
Aula diferente
A possibilidade de participar de uma aula diferente, aliada a curiosidade de lidar com equipamentos tecnológicos, aproximou o aluno Charles Vitor Bernadet do projeto. Na terceira série do ensino médio e mesmo morando no ribeirão da Ilha, ele nunca tinha ido ao Naufragados. Filmou a trilha e a praia, conversou com os moradores locais e observou que a grande parte da mata Atlântica ainda está preservada. Charles espera que o documentário sirva de exemplo e seja divulgado em todas as escolas de Santa Catarina. “Afinal, a colonização açoriana envolve em grande parte do Estado e não somente a ilha”, enfatiza.

28 maio 2008

Por que Cultura na Rede?

Maquete da Cultura Açoriana Por entender que é possível contribuir para que ações possam ser desenvolvidas coletivamente. “Entrar numa nova cultura colaborativa onde os valores, os conhecimentos podem ser acumulados coletivamente e on-line, assim estaremos criando nossa própria identidade de comunidade”. Pierre Lévy
O surgimento do informativo “Cultura na Rede” deu-se a partir do projeto “Ilha meu encanto: um novo olhar sobre a Cultura Açoriana”.Este projeto foi desenvolvido por uma escola da rede pública estadual da grande Florianópolis, com apoio da GETEI/ SED e NTE Grande Florianópolis cujo tema central se apóia na integração das tecnologias e a história açoriana, investigada e vivenciada por alunos e professores, com o objetivo de dar visibilidade por meio de um novo olhar à cultura açoriana, buscando a valorização na comunidade escolar e promovendo novos conceitos no processo educativo.
O processo de inclusão digital no Estado de Santa Catarina atende o que dispõe o Programa Nacional de Informática na educação (PROINFO), criado pela Portaria nº 522, de 9 de abril de 1997, para promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e comunicação na rede pública de ensino fundamental e médio.Na medida em que as escolas e NTEs se envolvem no processo de uso das tecnologias no ensino aprendizagem, há necessidade de criar ambientes que propiciem a mediação e a socialização de projetos e ações implementados em cada região. Forma-se, assim, uma grande rede de conhecimento.
“Uma sociedade inclusiva é aquela que reconhece, respeita e valoriza a diversidade humana”.
A acessibilidade representa para os usuários o livre acesso à rede de informações, eliminando barreiras, disponibilizando os conteúdos e informações adequadas em formatos alternativos. Nesse sentido, o ambiente do blog “Cultura na Rede” está se adaptando às normas de acessibilidade.
Texto colaborativo:
Irene Cardoso Althof
Luiz Napoleão Vieira

07 janeiro 2008

“Resgatando a memória poética do povo açoriano, através da música”.

(Sérgio Murilo dos Santos)

Minha Ilha, continuas linda
Te amo, e sabes que a ti não posso negar,
Tens as praias mais lindas e o luar ainda...
Tua gente te ama, verás ao cantar...
Olha ilha, no teu mar, a vela
Que te encanta e que canta com os cantos do mar,
E nas noites mais lindas a lua mais bela
Prateando as praias que lindo luar
E hoje vamos tocar
Nas cordas de um violão
Traga um lindo luar
Ouça a nossa canção
Vamos todos cantar
Espantar a solidão
Ilha do meu coração
Ilha do meu coração
Quem se foi dessa terra embora
Não esquece de ti, vive na solidão
te carrega no peito esse mundo afora
e um dia ainda volta a pisar nesse chão

Um Grupo de artistas de Florianópolis leva a cultura açoriana aos bairros da Capital e cidades do Estado de Santa Catarina através da música.
“Resgatar a memória poética do povo açoriano, através da música”. A idéia é do grupo musical Gente da Terra que há mais de quinze anos traz o cotidiano do Ilhéu para dentro de suas composições. Agora o Grupo faz o caminho inverso, leva sua música para o cotidiano do Ilhéu com um show que mistura ritmos brasileiros à batida do boi-de-mamão, tudo em homenagem ao modo de viver e sobreviver do manezinho.
Embora despretensiosa de aparecer, a música do grupo Gente da Terra sempre esteve presente em encontros regionais, festivais de música e outras atividades culturais.
Assim o Gente da Terra está fazendo sua caminhada musical pelos quatro cantos da Ilha e cidades vizinhas, levando cultura açoriana para quem quiser ouvir e, mais do que isso, sendo reconhecido e aplaudido nas localidades onde chega.
“Resgatando a memória poética do povo açoriano, através da música”.

Possibilidades pedagógicas
Reconhecer a música como produto cultural e histórico, observando no contexto os seguintes conteúdos destacados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais.
Músicos como agentes sociais: vidas, épocas e produções.
A música e sua importância na sociedade e na vida dos indivíduos.
Os sons ambientais, naturais e outros, de diferentes épocas e lugares, e sua influência na música e na vida das pessoas.

Abordagens Interdisciplinares:
Língua Portuguesa
O relato como documentação e memorização de ações humanas: os dados que localizam a experiência vivida tanto no tempo quanto no espaço.
Arte
Arte visual: ilustração como possibilidade de concretização das características de espaços e tempos distantes: escolha de cores, tonalidade, técnica e textura.
História
localização de fatos ocorridos, na linha do tempo.- mudanças e permanências no tempo.
Geografia
Semelhanças e diferenças no espaço geográfico Açoriano de anos atrás e de hoje, bem como semelhanças e diferenças entre ele e o brasileiro: clima, vegetação, topografia, organização urbana...
Ciências
A importância do desenvolvimento científico para a melhoria da vida: “Em uma época de muitas epidemias e poucos remédios, era grande o número de crianças que não chegavam à vida adulta.”

Fonte: http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/ficha.aspx?cod=369