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31 agosto 2010

Pierre Lèvy no 3º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação

Você já se deu conta? Como gerenciaria e potencializaria o conhecimento nas Redes Sociais?

Para esses e outros questionamentos o filósofo, pesquisador, Pierre Lévy, estará na conferência de abertura do 3º Simpósio de Hipertexto e Tecnologias da Educação, na Educação da Universidade Federal de Pernambuco (Nehte/UFPE) e pela Associação Brasileira de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte) e acontecerá nos dias 02 e 03 de dezembro deste ano no Centro de Artes e Comunicação da UFPE. Além de Pierre Lévy, têm presença confirmada pesquisadores como Antônio Carlos Xavier, coordenador do Nehte/UFPE; Luiz Fernando Gomes (UNISO), presidente da Abehte e; Alex Sandro Gomes (Cin/UFPE), criador da plataforma Amadeus para ensino a distância. Também participará do evento a professora Nelly Carvalho que lançou recentemente o seu primeiro e-book intitulado Crônicas do Cotidiano, obra inicial da Coleção Letras Eletrônicas do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. O simpósio reunirá mais uma vez professores, pesquisadores e alunos de todo o Brasil para discutir a relação entre linguagem, aprendizagem e tecnologia. As atividades serão distribuídas em conferências, mesas-redondas, sessões de comunicação, minicursos e apresentações de pôsteres digitais, estes últimos avaliados e premiados pela comissão científica do evento.

Texto estraindo do espaço na Rede de Lucia Serafim Professora da UEPB

16 outubro 2008

Seleção de livros que abordam temas relacionado à tecnologias educacionais

A Eucação na era da internet
Carlos Lucena e Hugo Fuks(Organizador: Nilton Santos)
Educação e Educação a Distância evoluem apontando, quase, no sentido de um ensino sob medida, conforme as necessidades do aprendiz. O que podemos antever é um processo que produz novos espaços, tempos e ambientes de educação em uma construção onde o aprendiz tende a ser o maestro. Este livro discute o processo de transição que vivemos na Educação, procurando refletir em como podemos ter aprendizes cada vez mais autodirigidos e professores cada vez mais participantes e capazes de aproveitar ao máximo as novas tecnologias. Este livro é o resultado de uma mistura de ambos, apresentando as concepções, reflexões e experiências impulsionadas pela equipe Aulanet, coordenada pelo prof. Carlos Lucena e Hugo Fuks. Em torno dessa experiência já se forma uma comunidade que se estende por várias universidades, instituições e empresas em diversos pontos do país e do exterior. Desenvolvendo um trabalho de caráter multidisciplinar, esta comunidade desbrava o terreno, até certo ponto ainda desconhecido, da Educação na Era da Internet.

A INTELIGÊNCIA COLETIVA: POR UMA ANTROPOLOGIA DO CIBERESPAÇO
Pierre Lévy
Neste livro, Pierre Lévy nos convida a pensar, além do impacto das técnicas sobre a sociedade, em termos de projeto. Os novos meios de comunicação permitem aos grupos humanos pôr em comum seu saber e seu imaginário. Forma social inédita, o coletivo inteligente pode inventar uma 'democracia em tempo real', uma ética da hospitalidade, uma estética da invenção, uma economia das qualidades humanas. O autor situa o projeto da inteligência coletiva em uma perspectiva antropológica de longa duração. Depois de ter sido fundados na relação com o cosmos e na inserção no processo econômico, a identidade das pessoas e o vínculo social poderiam expandir-se no intercâmbio de conhecimentos.
Fonte: Revista on-line de Educação a Distância


28 maio 2008

Por que Cultura na Rede?

Maquete da Cultura Açoriana Por entender que é possível contribuir para que ações possam ser desenvolvidas coletivamente. “Entrar numa nova cultura colaborativa onde os valores, os conhecimentos podem ser acumulados coletivamente e on-line, assim estaremos criando nossa própria identidade de comunidade”. Pierre Lévy
O surgimento do informativo “Cultura na Rede” deu-se a partir do projeto “Ilha meu encanto: um novo olhar sobre a Cultura Açoriana”.Este projeto foi desenvolvido por uma escola da rede pública estadual da grande Florianópolis, com apoio da GETEI/ SED e NTE Grande Florianópolis cujo tema central se apóia na integração das tecnologias e a história açoriana, investigada e vivenciada por alunos e professores, com o objetivo de dar visibilidade por meio de um novo olhar à cultura açoriana, buscando a valorização na comunidade escolar e promovendo novos conceitos no processo educativo.
O processo de inclusão digital no Estado de Santa Catarina atende o que dispõe o Programa Nacional de Informática na educação (PROINFO), criado pela Portaria nº 522, de 9 de abril de 1997, para promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e comunicação na rede pública de ensino fundamental e médio.Na medida em que as escolas e NTEs se envolvem no processo de uso das tecnologias no ensino aprendizagem, há necessidade de criar ambientes que propiciem a mediação e a socialização de projetos e ações implementados em cada região. Forma-se, assim, uma grande rede de conhecimento.
“Uma sociedade inclusiva é aquela que reconhece, respeita e valoriza a diversidade humana”.
A acessibilidade representa para os usuários o livre acesso à rede de informações, eliminando barreiras, disponibilizando os conteúdos e informações adequadas em formatos alternativos. Nesse sentido, o ambiente do blog “Cultura na Rede” está se adaptando às normas de acessibilidade.
Texto colaborativo:
Irene Cardoso Althof
Luiz Napoleão Vieira